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A prática do jejum

A importância que homens de Deus deram à prática do jejum
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Ao longo da história bíblica se percebe a importância que homens de Deus deram à prática do jejum. Fora das páginas sagradas a história registra que muitos cristãos demonstraram igual interesse por essa prática. A prática do jejum, portanto, é bem conhecida na história bíblica e na história da igreja. Dentro desse universo cristão o pentecostalismo se sobressai aos demais seguimentos do protestantismo como aqueles para os quais a abstinência de alimentos ganha uma significação especial.

Mas apesar da prática do jejum ter entrado na história do povo de Deus como sendo algo benéfico à vida espiritual, algumas vozes dentro do protestantismo têm se levantado condenando essa prática. A alguns dias chegou-me as mãos um livro, na verdade um manual de doutrinas, pertencente a uma igreja da tradição evangélica brasileira. Resolvi ler o livro intitulado. Dentro das doutrinas analisadas naquele manual estava a prática do jejum. Ali estava escrito: “Vamos vê como é que uma igreja em graça vê a oração e o jejum. O jejum é um rudimento da lei judaica. É um costume judaico que a igreja católica incorporou, e, mais tarde, as igrejas protestantes copiaram. Na lei de Moisés a palavra “jejum” não é mencionada, e sim aflição da alma (...) O Cristão em graça não crê no jejum da carne como fonte de poder, de aperfeiçoamento espiritual, perdão, ou comunhão com Deus.

Quando foi perguntado a Jesus porque os seus discípulos não jejuavam, ele respondeu: “ Podeis fazer jejuar os convidados para o casamento, enquanto está com eles o noivo? Dias virão, contudo, em que lhes será tirado o noivo; naqueles dias, sim, jejuarão” ( Lucas 5:34-35). O jejum era um costume judaico, usado para castigar a carne, em sinal de luto, de tristeza, em dias de crises e lutas, que foi passado à igreja romana, etc. Mas o próprio Jesus disse que o jejum não era para os convidados às núpcias. Ele era o noivo, e enquanto estivesse presente não haveria necessidade de jejuar. Assim, Ele estava anunciando sua morte.

No dia de Pentecostes, o Espírito Santo de Deus veio fazer morada em nós, e por isso nós estamos permanentemente com o noivo. Não há, portanto, nenhum motivo para um cristão que vive na graça de Deus, jejuar. Ele possui toda a graça e a verdade no Cristo que está dentro do seu coração fazendo-o um com Ele. Jejuar seria o mesmo que dizer que a obra de Cristo não foi completa. Muitas pessoas pensam que o apóstolo Paulo jejuou por vontade própria, em busca de consagração, mas o contexto bíblico mostra que, na verdade, Ele, por estar passando por perseguições, não tinha como se alimentar. Em nenhum momento Paulo diz que jejuou para agradar a Deus ou pedir poder” . A seguir o mesmo autor cita os textos de 2ª Coríntios 6:4-6, 9-10 e 2ª Coríntios 11; 25-27, para comentar em seguida: “De novo, o contexto é de que o Ap. Paulo, que passava tantos desafios, não se alimentava.

Ele não se retirava a um quarto para jejuar e aproximar-se de Deus como muitos ensinam. O jejum, como forma de consagração ao Senhor, não é verdade bíblica, mas conceito de homens, logo não serve para nós, que já temos o noivo na nossa vida – somos a Sua noiva. Os judeus porque não O tem como Salvador, ainda jejuam”.

Antes de darmos uma visão panorâmica acerca da prática do jejum nas histórias: bíblica, da igreja e pentecostal, convém fazer algumas ponderações sobre esta citação.

1. O autor diz que na lei de Moisés não é mencionada a palavra ‘jejum’ e sim ‘aflição da alma’. No entanto, uma linha antes ele já havia dito que ‘o jejum é um rudimento da lei judaica’. Vamos esclarecer o mal-entendido. A expressão ‘innâ naphshô (aflição da alma) é tida no texto hebraico como sinônimo de tsôn (jejum).

O Novo Dicionário da Bíblia corrobora essa assertiva dizendo: “Os vocábulos hebraicos são tsûm (verbo) e tsôm ( substantivo). A expressão ‘inna naphshô (afligir a alma) também se refere ao jejum”. Para que não fique nenhuma dúvida que essas expressões são tidas como sinônimas O Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento, conceituada obra sobre o hebraico bíblico, comenta: “Certos dias do calendário eram consagrados a um jejum nacional, dos quais o mais destacado era o Dia da Expiação (Lv 16.29, 31; 23.27-32; o jejum está indicado na expressão ‘nh npsh, “afligir a alma”). Esse jejum praticado por ocasião do Dia da Expiação é citado nas páginas do Novo Testamento em Atos dos Apóstolos 27:9, onde se lê: “Depois de muito tempo, tendo-se tornado a navegação perigosa, e já passado o tempo do jejum ( gr. nesteian), admoestava-os Paulo”. Não há dúvida alguma que ‘inna naphshô (afligira a alma) e tsôm (jejum) referem-se a abstenção de alimentos.

2. O autor diz tambem que uma das razões pelas quais não devemos mais jejuar é porque o noivo ( O Espirito Santo) está conosco. Mais uma vez há um mal-entendido aqui, pois as Escrituras dizem claramente que o noivo é Cristo Jesus, e somente quando ele retornar na consumação do século para a sua noiva, a igreja, aí sim não haverá mais razão para jejuar. É o que diz o expositor bíblico Gleason Archer Júnior: “No entanto, quando o Senhor trouxer derradeiramente a salvação ao seu povo, os meses de jejuem serão transformados em festas de alegria e regozijo (Zc 8:19)” (Enciclopédia de Dificuldades Bíblicas, editora Vida)

3. Foi dito que “não há, portanto, nenhum motivo para um cristão que vive na graça de Deus, jejuar”.

Pergunto: houve um apóstolo que viveu mais na graça de Deus do que Paulo? Pois a Escritura Sagrada diz que o apóstolo da graça achou motivo para jejuar: “Havia na igreja de Antioquia profetas e mestres: Barnabé, Simão por sobrenome Níger, Lúcio de Cirene, Manaem, colaço de Herodes o tetrarca, e Saulo. E, servindo ao Senhor, e jejuando, disse o Espírito Santo: Separai-me agora a Barnabé e a Saulo (outro nome de Paulo) para a obra que os tenho chamado. Então, jejuando e orando, e impondo sobre eles as mãos, os despediram” (At. 13:1-3). Novamente encontramos o apóstolo dos gentios encontrando motivos para jejuar, observe: “E, promovendo-lhes em cada igreja a eleição de presbíteros, depois de orar com jejuns, os encomendaram ao Senhor em quem haviam crido (At. 14:23). O homem que disse: “ pela graça sois salvos” ( Ef. 2:8), tinha como hábito a prática do jejum. 4. O autor diz que Paulo não jejuou, mas passou fome devido à natureza de seu trabalho. Em palavras mais simples, para ele Paulo não praticou o jejum voluntariamente. Os textos bíblicos citados anteriormente refutam essa afirmação (At. 13:1-3; At. 14:23). Quando falamos em jejum bíblico algumas perguntas necessariamente nos vem à mente: o que é o jejum? Por que jejuar? Quando e como jejuar?.

De acordo com o Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento “jejuar é privar o corpo de ingerir alimento como sinal de que a pessoa está experimentando uma grande tristeza. O pesar é também expresso com choro e lamento e com o cobrir-se com pano de saco e cinzas (Et 4:3). Aquele que jejua diz com isso que está se afligindo a si mesmo ou à sua alma, i.e., o seu íntimo. Era possível jejuar em favor de outrem, por exemplo, o salmista pelos seus inimigos durante a enfermidade destes (Sl 35.13). Na maioria das vezes o jejum ia do nascer ao pôr do sol (cf. 2 Sm 1:12) e podia ser abstinência total ou parcial ( Sl 35.13; Dn 10:3). 8.1 O jejum no Velho Testamento O Velho Testamento revela ainda que o jejum podia expressar tristeza (1Sm 31:13; 2 Sm 1:12; 3:35; Ne 1:4; Et 4:3; Sl 35:13,14) e penitência (1 Sm 7:6; 1Rs 21:27; Ne 9:1,2; Dn 9:3-4; Jn 3:5-8); obter ajuda e orientação de Deus (Ex 34:28; Dt 9:9; 2 Sm 12:16-23; 2 Cr 20:3,4; Ed 8:21-23); o jejum podia ainda ser vicário ( Ed 10:6; Et 4:15-17). 8.2.

O propósito do jejum

O jejum não tinha como propósito nos dias do Velho Testamento simplesmente privar o estômago de alimentos, mas demonstrar que aquele que jejuava estava humilhado e contrito diante de Deus. A Enciclopédia Judaica observa que os Profetas foram os que mais chamaram a atenção para esse fato: “Um dos significados tradicionais do jejum – como ato simbólico ou espiritual de uma pessoa devota – foi exposto, primeiramente, pelos Profetas. Como eles não eram formalistas ou tradicionalistas do ritual e sim idealistas religiosos-sociais, colocavam a maior ênfase, não no jejum como mortificação do sistema digestivo, mas no despertar, por meio dele, da consciência adormecida do indivíduo” (Enciclopédia Judaica) 8.3 O jejum no Novo Testamento No Novo Testamento as palavras mais freqüentes para jejum são as descritas pelos termos gregos nesteuo (jejuar); nesteia ( jejuar, jejum); nestis ( não comendo, jejuando). Russell Norman Champlin observa que o “Senhor Jesus jejuou em certos lances de seu ministério, como se vê em Mat. 4:1-4. Sempre o Senhor teve como implícito que seus ouvintes jejuariam, não tendo condenado a esse costume, mas ensinava aos seus seguidores que deveriam jejuar visando a glória de Deus, e não a fim de ostentarem diante dos homens (ver Mat. 6:16,18). O Senhor Jesus nunca ensinou aos seus discípulos a que não jejuassem, mas instruiu-os sobre um tempo mais apropriado para fazê-lo (quando ele se ausentasse deles, ver Mat. 9:14-17; Mar. 2:18-22 e Luc. 5:33-39)”. Ao falar dessa prática na igreja apostólica, Champlin ainda comenta: “No livro de Atos vemos os líderes cristãos a jejuarem quando da escolha de missionários, o que evidentemente era prática que aplicava o jejum como meio de buscar a orientação divina ( ver Atos 13:2,3 e 14:23).” (Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia, Editora Candeia) 8.4. O jejum no período pós - apostólico No período pós – apostólico a igreja continuava com o hábito de jejuar. Champlin observa ainda que “o jejum tornou-se um costume importante e regulamentado, na igreja cristã, antes do fim do século II d.C.

Após o século III d.C., tornou-se uma prática crescentemente ligada ao ascetismo. Os cristãos, no século II d.C., adotaram a prática farisaica de jejuarem duas vezes por semana, embora não o fizessem nem na segunda e nem na quinta-feira, porque esses eram os dias escolhidos pelos judeus com esse propósito.” Ao falar das práticas ascética e farisaica dos cristãos do século II concernente ao jejum, Champlin se refere a uma citação do Didaqué- ensino dos doze apóstolos, um manuscrito não-canônico escrito antes de 150 d.C. No capítulo oito desse texto se lê: “Vossos jejuns não tenham lugar (não sejam ao mesmo tempo) com os hipócritas; com efeito, eles jejuam no segundo e no quinto dia da semana; vós, porém, jejuai na quarta-feira e na sexta, dia de preparação)”. Embora seja desprovido de valor canônico, o ponto a se destacar com esse registro histórico do Didaqué acerca do jejum, é que essa prática continuava no período pós-apostólico. 8.5. O jejum na história da igreja Os grandes pregadores e reformadores protestantes tinham como hábito jejuar. Jerry Falwell observa que “por toda a história, grandes homens de Deus buscavam seu poder e bênção através do jejum. Lutero, Calvino e João Knox foram homens que jejuaram. Jonathan Edwards jejuou vinte e duas horas antes de pregar seu famoso sermão: “Pecadores nas Mãos de um Deus Irado”. A influência espiritual daquela mensagem não ficou restrita apenas à chama do avivamento que se alastrou pelas colônias da Nova Inglaterra, mas ainda hoje continua a acender a centelha do avivamento na vida de muitos cristãos. O evangelista Carlos Finney muitas vezes interrompia os cultos de avivamento, quando percebia que seu ouvintes estavam com o coração frio, e imediatamente proclamava um período de jejum e oração. Quando notava que Deus estava começando a aquecer o coração deles, continuava com as reuniões.” É ainda oportuno destacar a figura de João Wesley, o pai do metodismo. Wesley não consagrava nenhum obreiro para o Ministério sem que esse jejuasse pelo menos duas vezes por semana. (O Jejum Bíblico. Editora Vida) 8.6. Na história do pentecostalismo Que os pentecostais primitivos praticavam o jejum é fartamente documentado pela literatura. A obra The New International Dictionary of Pentecostal and Charismatic Movements ao se referir à pratica do jejum pelos primeiros pentecostais, diz que o Jejum como uma “abstinência voluntária de nutrientes físicos para propósitos espirituais, foi praticado por pentecostais modernos no início do movimento.” Ainda de acordo com essa conceituada obra, os pentecostais clássicos ao jejuarem observavam os aspectos espiritual e prático do jejum: Ao se referir ao aspecto espiritual, a citada obra comenta: “Os pentecostais estavam dispostos a aceitar a prática de privação física com propósitos espirituais. Sendo que o jejum é perfeitamente bíblico o cristão sincero não pode negligenciá-lo”.

Essa mesma obra sublinha que dentro do aspecto espiritual do jejum se destaca o autocontrole ou domínio próprio e a fonte de poder espiritual. Ao falar dos aspectos práticos do jejum, prossegue a mesma obra afirmando que o jejum é um acompanhamento necessário no exercício dos dons espirituais, em particular o dom de cura. Observando que: “Embora cada tipo de avivamento tenha sido acompanhado por um período de jejum privado e congregacional, a ocorrência da cura e milagres tem sido especialmente acompanhado por igual devocional.” 8.7. Jejum: disciplina espiritual ou legalismo? É notório que a prática do jejum na igreja hodierna vem arrefecendo-se. A desculpa dada é que o jejum nada mais é do que uma forma de legalismo. No entanto, muitas vozes dentro do cristianismo ortodoxo vem chamando a atenção dos crentes para esse equívoco. Warren Wiersbe ao falar do valor do jejum como disciplina espiritual, comenta: “Houve um tempo na história da igreja que os cristãos se deleitavam em discutir a disciplina espiritual da vida cristã; mas, hoje em dia, qualquer coisa que cheire a disciplina é rotulada de “legalista” e estranha aos ensinos do Novo Testamento sobre a graça. Os cristãos contemporâneos não têm tempo para disciplinas espirituais como adoração, jejum, oração, meditação, auto-exame e confissão. Estamos muito ocupados, indo de uma reunião a outra, procurando atalhos seguros para a maturidade (...) Uma das razões de o jejum ser eficaz é que há uma estreita relação entre o físico e o espiritual. Quando o corpo é disciplinado, como durante o período de jejum, o Espirito Santo tem a liberdade de esclarecer a mente e purificar as intenções, tornando nossa oração e meditação muito mais poderosas.

Ele pode usar períodos de jejum para santificar nossa vida e glorificar ao Senhor”. (Vitória Sobre a Tentação, Editora Mundo Cristão) Uma palavra final de advertência acerca dos erros e perigos que acompanham a prática do jejum nos é dada por escritores pentecostais. Fique atento a estas recomendações que nos dá a obra The New International Dictionary of Pentecostal and Charismatic Moviments: 1. Não se deve jejuar como fonte de justiça própria (Lc 18:11-12), 2. Não se deve jejuar com propósitos meramente sociais. 3. O jejum não deve ser praticado para demonstrar piedade religiosa. 4. O jejum não deve ser feito com o propósito de causar impressão a Deus e ao homem. O jejum é uma prática genuinamente bíblica e foi praticada tanto por crentes da Antiga como da Nova Aliança. O jejum não muda Deus, que continua o mesmo antes, durante e depois do jejum. O jejum nos muda, já que nos deixa mais sensíveis ao Espírito Santo. O cristão que vive em graça não nega os resultados benéficos que essa prática produz.

Pr. José Gonçalves

Pastor em Água Branca, Piauí, graduado em Teologia pelo Seminário Batista de Teresina e em Filosofia pela Universidade Federal do Piauí. Ensinou grego, hebraico e teologia sistemática na Faculdade Evangélica do Piauí. É comentarista de Lições Bíblicas da Escola Dominical da CPAD. Site: pastorjosegoncalves.blogspot.com.br

Pr. José Gonçalves

Comentários


NATANAEL ARAUJO - 16/03/2013 23:22:20

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pinauna - 20/03/2013 1:12:12

muito bom....

pinauna - 20/03/2013 1:13:30

muito bom....

alessandro menezes dos sa - 20/03/2013 14:21:34

muito bom

Jaqueline Ferreira - 01/04/2013 10:50:21

Eu não posso fik muito tempo sem engerir açúcar, então faço jejum de meio dia até as 18:00.Bebo somente água.
Ou, até o meio dia. Bebendo somente água.
Temos que começar aos poucos para o corpo se acostumar...

Valdirene Brito - 10/04/2013 15:24:33

Eu tbm entendo que enquanto Jesus não voltar, teremos que jejuar e buscar santidade. Somente com o jejum, conseguimos matar a carne que não converte, e buscar comunhão com Deus e vivermos em santidade. Faço jejum sempre, e percebo o quanto a minha comunhão com Deus cresce. Cristão não pode viver sem jejuar.

Willamer Santos - 22/04/2013 12:53:11

CRISTÃO ATUALIZADO É CRISTÃO ARMADO, CONTRA AS RELIGIÕES SEITAS E HERESIAS. BÍBLIA NELES PR JOSÉ GONÇALVES.

evandro - 10/05/2013 20:27:58

O verdadeiro jejum estar escrito em isaias 58 .


Dizendo: Por que jejuamos nós, e tu não atentas para isso? Por que afligimos as nossas almas, e tu não o sabes? Eis que no dia em que jejuais achais o vosso próprio contentamento, e requereis todo o vosso trabalho.

Eis que para contendas e debates jejuais, e para ferirdes com punho iníquo; não jejueis como hoje, para fazer ouvir a vossa voz no alto.

Seria este o jejum que eu escolheria, que o homem um dia aflija a sua alma, que incline a sua cabeça como o junco, e estenda debaixo de si saco e cinza? Chamarias tu a isto jejum e dia aprazível ao SENHOR?
Isaías 58:3-5

Porventura não é este o jejum que escolhi, que soltes as ligaduras da impiedade, que desfaças as ataduras do jugo e que deixes livres os oprimidos, e despedaces todo o jugo?

Porventura não é também que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres abandonados; e, quando vires o nu, o cubras, e não te escondas da tua carne?

Então romperá a tua luz como a alva, e a tua cura apressadamente brotará, e a tua justiça irá adiante de ti, e a glória do SENHOR será a tua retaguarda.

Então clamarás, e o SENHOR te responderá; gritarás, e ele dirá: Eis-me aqui. Se tirares do meio de ti o jugo, o estender do dedo, e o falar iniqüamente;

E se abrires a tua alma ao faminto, e fartares a alma aflita; então a tua luz nascerá nas trevas, e a tua escuridão será como o meio-dia.
Isaías 58:6-10

Pr Laudirlei - 19/05/2013 16:52:22

Gostei das verdades esclarecidas do pr José Gonçalves, que Deus lhe abençoa mais e mais, estou contigo nas verdades da bíblia.

Adriana - 29/05/2013 14:01:14

Eddie Morgan - 31/05/2013 21:00:43

a pergunta é: ainda estamos sujeitos à prática do jejum hoje em nossos dias tal qual os israelitas praticavam no passado? Jesus advertiu sobre o proceder daqueles que praticavam o jejum, alguém se lembra das advertências feitas pelo Filho unigênito?

blog evangelizadores sem fronteiras

monica - 06/06/2013 0:08:19

muito bem explicado, que sirva para
nosso crescimento com Deus!

WEDLA - 06/06/2013 9:17:49

EU COSTUMO JEJUAR ATE O MEIO DIA E DEUS EM SUA INFINITA MISERICORDIA TEM ME ABENÇOADO DIA APOS DIA!

marilza - 20/06/2013 18:10:57

muito bem explicado

Guiomar Dias - 22/06/2013 21:17:46

Esclarecedor e de grande motivação para não sermos enganados por falsas doutrinas

Fernando Moreira - 21/08/2013 16:51:38

Gostei,das explicações também do apontamento de Isaias 58, se tivessemos em países onde a fome e a principal ex: África ai o jejum seria o de Isaias 58, no tempo de Isaias o povo estava exilado, cativo, enquanto que os lideres se preocupavam apenas consigo, e não com os outros, assim cabe esse jejum, no Brasil, esse não e o quadro aqui o que é escasso não é o pão etc, tem em abundância, os que as pessoas precisam é de DEUS, alimento espiritual, quantos homens que eram mendingos e hoje são empresários de sucesso, porque ouviram a palavra de Deus, e para nos que anunciamos o evangelho temos que estar preparados, uma das maneiras usadas e a mais eficaz jejum e oração, pois Jesus disse: A casta que sai só com jejum e oração.

eduardo - 13/09/2013 16:31:43

pr que a paz do nosso senhor seja sobre sua vida sua família e sobre o seu ministério

o jejum e bom e importante na vida do cristão e uma forma de alimentarmos o nosso Espirito PARA PODERMOS continuarmos lutando contra os dardos inflamados do maliguino a paz para todos

jaime SOARES - 21/05/2014 21:55:59

juliana - 28/06/2014 9:07:44

,adorei mto ler sobre o jejum!!

Mira - 30/06/2014 11:48:04

"O jejum não muda Deus", muito bom! Por falta de conhecimento e honestidade no ensino, muitos ficam à mercê desses espertalhões que enchem os templos com celebrações dessa natureza numa verdadeira maratona de poder e ostentação. PRECISAMOS DE ALIMENTO SÓLIDO, para não incorrermos na estagnação e nanismo da graça salvadora, que recebemos da pessoa maravilhosa,do nosso Salvador, a qual não tem preço, sendo Ele o único detentor desse dom divino, porque Ele é o único Deus - e está vivo! DISCERNIMENTO, irmãos!

Christiano Gonçalves - 21/10/2014 9:50:36

Obrigado pr.José Gonçalves!, agora sei quando e como jejuar em santidade na Presença!!!

Shirlen - 10/06/2015 10:42:34

Quanta heresia!

José Geraldo sena - 13/07/2015 7:28:57

lembrando que sem jejum fica difícil, vencer as potestades do mal, e o próprio Jesus afirmou, que tem casta de demônio que só sai com jejum e oração:( mar.9-29)á Igreja de Jesus Cristo na terra só será vencedora se estiver de continuo em jejum e oração

Jose Geraldo sena - 13/07/2015 7:42:36

PEÇO ORAÇÃO PARA PODER CONTINUAR O MEU PROPOSITO diANTE de DEUS, de jejuar neste ano de 2015, 96 horas em favor da Igreja do Senhor Jesu na terra,são 4 jejum de 24 horas, das 18hs as 18hs absoluto, já fiz 72hors só falta mais 24 hs graças a Deus.

Mauri Luiz Gomes da Silva - 05/10/2015 17:34:07

Muito bom o texto e muito explicativo !!!

Infelizmente muitos cristãos e que se consideram discípulos do Senhor Jesus e até são pregadores do evangelho.
Mas não entende o contexto que se deu quando os fariseus questionaram o Senhor Jesus sobre o jejum, devemos entender que o Senhor Jesus andava de um lugar para o outro, fazendo longas caminhadas e indo a muitos povoados e pregando o evangelho as multidões.
Assim sendo não havia tempo para seus discípulos jejuar, descancarar...o tempo passou depressa, e foram apenas 3.5 anos de evangelho para o mundo,,, e depois a
sua morte e em seguida apos 3 dias a ressurreição,,,e apos 50 dias o pentecoste, quando chegou a terra com abundancia o Espirito Consolador (E.S.) Mas o Senhor Jesus ainda vai vir no dia do arrebatamento e ai sim finalmente os que forem arrebatados estarão para sempre com Ele, mas por hora só temos o Espirito Consolador, digo Espirito Santo, que vem do Pai e a nós e dado pelo Senhor Jesus, mas o Noivo, no momento Ele esta por vir, assim sendo Ele não esta com nós, então é hora de jejuar sim!!!

Eu acredito sim na primeira vinda do Senhor Jesus quando a Igreja vai se encontrar com ele nos ares encima das nuvens( 1 tessalonicense 4. 13-18 ) e na sequencia a grande tribulação e logo depois o fim (Apocalipse)... Quando todo joelho se dobrara e então seremos Sacerdotes e testemunha com Cristo, quando os impios mortos ressuscitaram e juntos com os impios vivos serão jogados no lago de fogo. onde lá vão estar, o ANTICRISTO, o FALSO PROFETA, satanás e seus anjos caídos...E nós os que cremos em Cristo Jesus, estaremos com Ele para sempre!!! Amém !!!

Pr Alex - 05/04/2016 14:41:57

Graça é pra separar os que creem em Jesus e os que não creem. Se o homem não acredita que tudo que jesus fez foi por ele, inclusive o jejum de 40 dias e noites, ele não entendeu o que significa EVANGÉLIO, ainda é menino no conhecimento e precisa se converter de todo o coração ao Senhor Jesus. A Igreja em atos dos apostolos praticava o judaísmo, por isso quase mataram paulo, e até o induziram a fazer sacrificio de animal Atos 21:26. em plena era da graça.
Se o homem acredita piamente que o Senhor Jesus é completamente suficiente ele receberá do Seu Espirito que o santificará e fortalecerá em toda a sua caminhada. aprendam isto: eu não consigo me santificar para ser salvo, eu preciso ser salvo para ser santificado. Caso contrario serei apenas mais um religioso.
JESUS O CRISTO! É O SENHOR!

Juvenilton - 12/05/2016 23:06:54

Pr. Gostaria de saber do senhor. Qual sua orientação sobre essa nova modalidade de jejum. Abster-se de wattsap, facebook, chocolate, arroz e etc. Espero receber sua resposta. Grato!

Ezequiel Antonio da silva - 08/04/2017 14:57:40

ENTÃO NÃO ENTENDO ATOS 13;1 A 4

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